Aquele estranho no elevador,
Trouxe a magia dos 15 anos;
A sandice da juventude;
A falsa sensatez, dos 20 anos.
De cabeça baixa, teci meus desejos e
Expandi os pensamentos.
Nunca o vira antes e Nunca o possuiria
(A não ser em meus sonhos).
Me imaginei dizendo - não! e....
Depois, sem preliminares, sem carícias, ele dentro de mim
Rendendo-se aos meus(seus)apelos.
Jogada na parede e amada como nunca.
Sufocando os gemidos,
Arranhando sua pele e ....
Depois, com os cabelos desarrumados,
Rosto em chamas, olhar distante e roupas em desalinho,
Saímos do elevador, sem nunca mais nos encontrarmos.
Quanto mais impossível o sonho, mais alegrias trás.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
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